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Técnicos portugueses vão investigar morte de porcos em Cabo Verde

Três técnicos do Ministério da Agricultura e do Mar vão deslocar-se a Cabo Verde para colaborar na investigação às causas da morte de 70 porcos, na ilha da Boavista, em março, segundo uma nota oficial. Os técnicos "irão estar a partir da próxima semana em Cabo Verde com o objetivo de prestar o apoio técnico aos serviços pecuários e veterinários locais no apuramento das causas que originaram a morte de suínos na ilha da Boavista", refere o comunicado da secretaria de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar. Os especialistas do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária (INIAV) e da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) que estarão envolvidos nesta missão vão definir um plano de ação com as autoridades locais. O Governo cabo-verdiano colocou a ilha da Boavista de quarentena, como medida de precaução, na sequência do aparecimento de 70 porcos mortos e esventrados numa lixeira local. Na altura, a imprensa local deu conta de informações, ainda por confirmar, de que parte da carne dos suínos mortos estaria a ser comercializada localmente, sobretudo no bairro da Boa Esperança (Barraca). O delegado do Ministério do Desenvolvimento Rural na conhecida ilha turística cabo-verdiana, João Silva, afirmou que, em apenas três dias, foram encontrados 70 porcos mortos na lixeira e que as autoridades sanitárias estavam a fiscalizar a carne e derivados de porco comercializados em toda a ilha. Fonte: Diário de Noticias

INADEC sensibiliza responsáveis de estabelecimentos comerciais

Ao prestar hoje a informação à Angop, no Lubango, a directora provincial do Inadec, Bárbara Coutinho, disse que os agentes sensibilizados são de estabelecimentos comerciais, restaurantes, hotéis, pensões e de instituições estatais e privadas. “Estamos a sensibilizar estes responsáveis, pois nos chegam várias reclamações de clientes que dizem que os mercados têm vendido produto fora do prazo, o que as vezes provocam danos à saúde humana”, sublinhou. Além da campanha de sensibilização, Bárbara Coutinho disse que a instituição realizou neste período quatro palestras, bem como registou 26 reclamações, 12 das quais resolvidas. Fonte: http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/economia/2015/3/18/Huila-INADEC-sensibiliza-responsaveis-estabelecimentos-comerciais,156e9adb-b968-4869-ab38-6fce6a02ad65.html

Uíge: Habitantes do Quibocolo fomentam produção agrícola

Em declarações hoje, domingo, à Angop, a administradora comunal de Quibocolo, Amélia Virgínia, disse que nesta época agrícola os camponeses, com ajuda da administração municipal, estão a trabalhar 300 hectares de terras, dos quais cerca de 150 já foram desbravados e plantadas diversas culturas. “Produzimos a mandioca, milho, feijão, ginguba, arroz, batata-doce, inhame, banana, hortícolas e outros produtos alimentares”, frisou. Amélia Virgínia avançou que a administração municipal disponibilizou um tractor que tem vindo a desbravar as terras aráveis, ajudando as associações agrícolas e pequenos agricultores a semear produtos em grande quantidade. Indicou que na comuna estão controladas três associações agrícolas nas localidades de Mongo Quimuana, Mavoio e Mbanza Zulo, bem como pequenos agricultores e uma fazenda agro – pecuária familiar, de grande dimensão, que vai fornecer para o município e a província, em geral, nos próximos dias, o arroz, milho e outros produtos alimentares em grande quantidade. Apontou que um dos desafios da comuna e da administração municipal é o da melhoria das vias secundárias e terciárias com vista a facilitar o escoamento dos produtos do campo para os mercados. Fonte: http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/economia/2015/3/17/Uige-Habitantes-Quibocolo-fomentam-producao-agricola,f0bd1062-7698-4cdf-9ad1-cf588c91248b.html

Angola na Expo Milão com o maior projeto de sempre

Angola vai participar na Expo Milão 2015 com o maior projeto até hoje realizado, numa planificação que há dois anos não ultrapassou os 11 milhões de dólares (10,3 milhões de euros) e que conta agora com restrições devido à crise económica. A informação foi hoje avançada à imprensa pela comissária nacional de Angola para a Expo 2015, Albina Assis, durante a apresentação da participação angolana naquele evento, que arranca dentro de 15 dias. Segundo Albina Assis, igualmente a presidente do Comité Diretor dos Comissários da Expo Milão, Angola participa com um pavilhão independente com 2.010 metros quadrados, tendo em destaque a alimentação e a cultura angolanas, subordinado ao tema "Educar para Inovar". "Dentro desse tema, esse era o que mais dizia alguma coisa à nossa realidade angolana. A nossa alimentação tem muito de cultural e a nossa cultura leva-nos a uma determinada alimentação. Temos uma cultura diversificada, mas temos pontos comuns, como o funge", explicou. A mesma responsável sublinhou que a exposição internacional é uma oportunidade para a criação de um ambiente propício para atrair investidores, sobretudo para a área da agricultura no âmbito da aposta angolana da diversificação da sua economia. "Vamos falar de um modo geral de agricultura, pôr em evidência o nosso Plano Nacional de Desenvolvimento e, a partir daí, os investidores terão vários eixos ao chamamento das suas necessidades e ao complemento das nossas necessidades", referiu a comissária. Albina Assis referiu também que a crise económica que Angola enfrenta desde o ano passado, com a baixa do preço no mercado internacional do barril de petróleo, influenciou a participação angolana na Expo Milão 2015. "Nós, com o nosso corte e costura atual, temos que ir sempre reduzindo aqui e ali para tentar fazer o melhor, embora tivéssemos a sorte de o nosso pavilhão ter sido programado e planificado muito antes do início das oscilações económicas", frisou. Acrescentou que as restrições feitas obrigaram a restringir no número de artistas que vão integrar as caravanas artísticas, bem como no número de convidados. No pavilhão de Angola, os visitantes poderão tomar contacto coma gastronomia angolana, em dois restaurantes criados para o efeito, sendo um deles uma espécie de laboratório para mostrar a combinação de comidas típicas africanas e a ocidental. A figura feminina angolana estará evidenciada num embondeiro escultural que dá suporte aos dois andares do pavilhão. Também as crianças serão agraciadas com um jardim infantil, com um espaço reservado para atividades ligadas à agricultura. O espaço tem igualmente salas de conferências, um mural gráfico com as 7 maravilhas de Angola, galerias, bazares, palcos para moda, música e dança. Fonte: http://www.noticiasaominuto.com/mundo/376100/angola-na-expo-milao-com-o-maior-projeto-de-sempre

Huíla: Administração distribui inputs agrícolas aos camponeses em Chipindo

Administração municipal do Chipindo na província da Huíla está engajada na distribuição de inputs agrícolas aos camponeses no âmbito do programa do governo do fomento agrícola e de combate à fome nas comunidades rurais principalmente. Em declarações hoje à Angop, o administrador municipal do Chipindo, Daniel Salupassa, disse que 30 associações de camponeses controlados no município receberam sementes de milho e de feijão, assim como gados de tracção, através de um crédito do Banco Sol. “Já temos um número razoável da população bovina que tem estado ajudar substancialmente os agricultores no exercício da sua actividade", ressaltou. Fonte: http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/economia/2015/3/18/Huila-Administracao-distribui-inputs-agricolas-aos-camponeses-Chipindo,18b399c5-ec9f-4349-9d80-209afb6a6097.html

Bié: Mulheres parlamentares incentivam agricultura familiar

O grupo de mulheres parlamentares da província do Bié realizou, sexta-feira, uma palestra subordinada ao tema "Agricultura familiar e solidariedade na educação para a cidadania, no município do Chinguar, 75 quilómetros a norte da cidade do Cuito. De acordo com uma nota do Gabinete de Apoio ao Círculo Eleitoral provincial de Deputados locais, chegada Sábado à Angop, o encontro está enquadrado no programa denominado “Chá”, que visou despertar as mulheres e a sociedade sobre a importância do investimento na agricultura familiar e na estabilidade social das comunidades. A palestra visou elucidar a sociedade na aposta a educação, formação académica e profissional da família/filhos, para que as gerações futuras sejam capazes de contribuir de forma mais eficaz e responsável aos desafios da província e não só. Participaram do mesmo, mulheres de diversos estratos da sociedade naquela parcela do país. Fonte AngolaPress

Portugal ambiciona eliminar défice agroalimentar até 2020

A ministra da Agricultura e do Mar, Assunção Cristas, afirmou que o défice agroalimentar de Portugal está “a diminuir de ano para ano” e mostrou-se confiante de que este será eliminado até 2020. “Temos o objetivo de até 2020 eliminar o défice agroalimentar e, meus senhores, posso dizer-vos que com o que eu vejo no território, com o que vejo de empenho dos empresários, isso vai ser conseguido”, afirmou. A ministra recordou que “só no último ano as exportações relativas a este setor aumentaram 7,8%” e que, ao mesmo tempo, as importações diminuíram 2,9%, sinal de que no país “há mais produção, há mais gente a trabalhar, há mais gente a inovar e a acrescentar valor”, apontou. Assunção Cristas falava na localidade de Atalaia do Campo, concelho do Fundão, durante a inauguração da ampliação e modernização da Casa Quintela, uma empresa de presuntos e enchidos que investiu recentemente mais de 1,5 milhões de euros para aumentar a capacidade de produção e exportação da empresa, bem como dar melhor resposta às novas exigências do mercado. Um “extraordinário exemplo de seriedade, de afinco e de trabalho, sério, rigoroso” que, segundo disse, tem de continuar a ser mostrado para ajudar a afirmar Portugal no exterior. “Esse trabalho é o que continuamos a precisar sempre de mostrar como grande exemplo do nosso país, um trabalho de facto é a via para podermos crescer”, apontou. Durante a intervenção, referiu ainda que também no Ministério da Agricultura se tem “procurado aplicar esse trabalho”, como comprova a taxa de execução do Proder que já atingiu os 98%. “Temos de ser parceiros e facilitadores do dinamismo dos nossos empresários, dos agricultores, dos produtores do agroalimentar para que as coisas possam continuar a crescer ao mesmo ritmo e se possível a um ritmo ainda maior”, apontou. O esforço que tem sido feito para a abertura de mercados externos foi um dos aspetos sublinhados pela governante, que adiantou que já foram abertos mais de 70 mercados para mais de 160 produtos, estando atualmente o mercado dos derivados de porco na linha da frente. “Já conseguirmos abrir para o Japão e daqui a pouco tempo abrirá para a China, já que o processo está em fase de conclusão”, apontou. Presente no concelho em que o relevo económico da cereja é sobejamente conhecido, Assunção Cristas também garantiu que o Governo está a trabalhar “muito afincadamente” e em “articulação sistemática” com o Japão para abertura daquele mercado à cereja portuguesa. Fonte: http://oje.pt/portugal-vai-eliminar-defice-agroalimentar-ate-2020/

Bruxelas cofinancia promoção de vinho verde português com 1 milhão de euros

A Comissão Europeia vai cofinanciar com quase um milhão de euros um programa de promoção de vinho verde português no mercado europeu proposto pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV), anunciou o executivo comunitário. O programa de promoção da CVRVV, com uma duração de três anos e um orçamento total de 1,9 milhões de euros (metade do qual financiado por Bruxelas), e que tem como países-alvo a Alemanha, o Reino Unido e a Suécia, além de Portugal, é o único português entre os 41 novos programas hoje aprovados pela Comissão Europeia, destinados a promover produtos agrícolas dentro e fora da UE. No total, Bruxelas aprovou 65 milhões de euros em cofinanciamento (metade do montante total dos 41 programas aprovados), sendo que, deste montante, 30 milhões de euros são de fundos comunitários suplementares disponibilizados pela Comissão na sequência do embargo decretado em agosto de 2014 pela Rússia a importações de produtos alimentares provenientes da União. Fonte: http://observador.pt/2015/04/21/bruxelas-cofinancia-promocao-de-vinho-verde-portugues-com-1-milhao-de-euros/

Curso Curto de Aperfeiçoamento à Prova de Azeites Virgens Nível I
  19 Mai

O Instituto Superior de Agronomia, através do Laboratório de Estudos Técnicos – LET (vulgo Laboratório de Azeites) vai levar a efeito, no próximo mês de Maio o “Curso Curto de Aperfeiçoamento à Prova de Azeites Virgens Nível I”, cuja organização é da responsabilidade da ADISA. Mais Informações: http://www.isa.utl.pt/home/node/1917

Agricultura: BEI compromete-se a lançar plano especial de garantias

No Conselho de Ministros de Agricultura e Pesca foi anunciado que «o Banco Europeu de Investimento (BEI) chegou a um compromisso com a União Europeia (UE) para avançar com carácter imediato com um plano especial de garantia para a agricultura, ou seja, colocar financiamento do Banco Europeu para o Programa de Desenvolvimento rural». Segundo explicou o Conselheiro de Agricultura, Pecuária e Ambiente do Governo de Aragão, Modesto Lobón, «tanto as instituições como os particulares podem ter financiamento adicional desde que não se deixe de cumprir nenhuma das linhas do Programa de Desenvolvimento Rural». Lobón assinalou que é «uma medida importante já que se pretende que a Europa ganhe competitividade na agroindústria e na agricultura e pescas», porque, como indicam os valores, «o grau de investimento está 15% inferior frente a 2007 e é necessário recuperar o tempo perdido». Para além do financiamento, o BEI coloca à disposição dos projetos «assessoria tanto técnica como financeira e capacidade para as próprias autoridades que tenham de desenvolvê-lo, de forma a ganhar tempo», indica Lobón. Por último, o Conselheiro anunciou que «o Plano Juncker vai contemplar ainda financiamento para a agricultura», declarações feitas à saída do Conselho de Ministros celebrado, esta semana, no Luxemburgo. Fonte: Agronegocios.eu

Ultrassons para melhorar a Qualidade do Vinho

Investigadores do Departamento de Química Analítica da Universidade de Cádiz desenvolveram um novo método para extrair e determinar a quantidade de aminoácidos que contêm as uvas. Estes compostos, para além de favorecerem o desenvolvimento de aromas florais no vinho, são uma parte importante no desenvolvimento da fermentação alcoólica pelo que a sua quantificação, durante o processo de maturação da uva ou a vindima, permite aos enólogos e bodegueiros dispor de informação científica para melhorar o processo de elaboração do vinho. Os aminoácidos constituem a principal fonte de nitrogénio para as leveduras responsáveis pela fermentação, ou seja, são os nutrientes chave para que estes microrganismos se desenvolvam e reproduzam. A quantidade destas substâncias na uva pode variar em função de vários fatores como por exemplo o tipo de uva e o seu grau de maturação, as técnicas de cultivo ou os fungicidas utilizados na videira. Quando o nível de nitrogénio - e de aminoácidos -, é insuficiente produzem-se efeitos como a paralisação da fermentação. Isto origina, por sua vez, a aparição de outras moléculas secundárias que, segundo os especialistas, afetarão negativamente a composição e qualidade do mosto. Devido à importância dos aminoácidos na elaboração do vinho, os investigadores consideram uma prioridade desenvolver técnicas destinadas à análise destes compostos. "Determinado o grau de aminoácidos nas uvas durante a maturação e antes da fermentação alcoólica, podem-se definir as práticas adequadas no processo de vinificação", adianta Miguel Palma, um dos investigadores responsáveis pelo projeto. Os ultrassons separam os componentes da uva A novidade da metodologia proposta pelos especialistas para identificar e quantificar o nível de aminoácidos é a utilização de ultrassons. Trata-se de uma técnica que já foi utilizada, por exemplo, para extrair cafeína do café ou os antioxidantes naturais a partir de plantas aromáticas mas que não se tinha ainda aplicado às uvas. "Existem vários métodos para determinar o grau de nitrogénio e de aminoácidos no mosto, mas a maioria destes são incompletos e, para além disso, não resolvem satisfatoriamente o problema da deteção destes compostos na uva", explica o investigador. Os aminoácidos encontram-se em concentrações muito pequenas, junto a outros compostos, no interior do fruto, motivo pelo qual é impossível identificá-los diretamente. É necessário extrai-los, separá-los e proceder à sua determinação num meio líquido. Para isso, os especialistas recorreram à técnica da extração assistida por ultrassons. Tal como se descreve no artigo ‘Ultrasound-assisted extraction of amino acids from grapes’, publicado na revista Ultrasonics Sonochemistry, o procedimento começa com a trituração da pele, polpa e sementes da uva, partes onde estão localizados os aminoácidos. Quando se obtém uma amostra homogénea, esta dissolve-se num meio líquido. Os ultrassons são então utilizados como um meio para proporcionar energia no processo de extração. Mais em: http://www.agrotec.pt/noticias/ultrassons-para-melhorar-qualidade-do-vinho/

Resinagem em Portugal: Um Foco de Esperança

O setor da Resinagem em Portugal, depois das fulgentes décadas de 60, 70 e 80, e posterior declínio, parece voltar agora a despertar interesse para os profissionais do setor. A criação da primeira associação dedicada exclusivamente a esta fileira, a ResiPinus, é exemplo disso mesmo. Porém, com a área ardida nos últimos anos em território luso, é impossível pensar em voltar a atingir os mesmos valores nos próximos anos. Mas é também na prevenção e proteção das florestas que esta atividade gera interesse. Portugal, que foi um dos líderes mundiais deste produto, tendo chegado a produzir 140.000 toneladas em 1984, contrastando com a modesta produtividade mais recente, de 6.000 tn em 2012, ou 4.500 tn em 2009. A resina é formada por várias substâncias (ácidos, álcool e óleo) e da destilação da resina obtêm-se dois produtos para a indústria de 1ª transformação: a terebintina (ou aguarrás) e a colofónia (também conhecida por pez). Depois da matéria-prima transformada, ela passa por uma outra indústria (a de 2ª transformação), onde os produtos derivados terão como destino os mais diversos fins, desde a área da medicina e indústria farmacêutica até às borrachas, passando pela cosmética e até mesmo a indústria alimentar (pastilhas elásticas). Em Portugal a resinagem é feita no pinheiro-bravo e também no pinheiro-manso, sendo uma atividade regulamentada por lei. Atualmente, em Portugal, existem 6 fábricas de 1ª transformação e o mesmo número de empresas na 2ª transformação. Na área do comércio e extração contam-se perto de 100 e, na atividade concreta da extração da resina, os denominados resineiros, existem cerca de 500. Segundo António Salgueiro, vice-presidente da ResiPinus, a produção total de resina em Portugal representa apenas 10% da necessidade de consumo do país. António Salgueiro é também administrador da GIFF S.A., uma empresa de gestão integrada de fogos florestais, e foi por esta via que entrou na atividade da resinagem, devido ao potencial desta na prevenção de incêndios, que tanto têm afetado o nosso país. Está na área da engenharia florestal desde finais da década de 80, tendo entrado no setor da resinagem há três. Por estar no setor por causa dos incêndios, não se considera o agente tradicional do mesmo. Através da criação de emprego e da gestão dos espaços florestais, António Salgueiro adianta que a resina pode e deve funcionar como um produto indireto que pague essa mesma gestão. Continuação: http://www.agrotec.pt/noticias/resinagem-em-portugal-um-foco-de-esperanca/

1ªs Jornadas Técnicas de Agricultura Alcobaça
  24 Abr

Realiza-se de 24 a 26 de Abril, no Real Abadia Congress e Spa Hotel nos Capuchos - Alcobaça, as 1ªs Jornadas Técnicas de Agricultura em Alcobaça. A organização é da Herdade das Cortiçadas - Vinhos do Alentejo e da Real Abadia Congress e Spa Hotel. Programa em anexo

10º Encontro da Primavera
  25 Abr

http://www.herdadedofreixodomeio.com/

Curso de Modo de Produção Biológico - 3ª ed. AGROBIO
  06 Mai

Público-alvo: Agricultores, mão-de-obra agrícola familiar ou trabalhadores agrícolas eventuais ou permanentes, sem formação ou experiência em Agricultura Biológica. Escolaridade mínima obrigatória. Objectivos: Qualificar os produtores para produzirem segundo o modo de produção biológico (Regulamento (CE) nº 834/2007 do Conselho de 28 de Junho e respectivas actualizações). Plano de formação: Formação Contínua e presencial, com recurso a métodos expositivos, interrogativos, demonstrativos e métodos participativos. Avaliação: Sumativa final Inscrições e informações: http://www.agrobio.pt/pt/curso-de-modo-de-producao-biologico-3-ed.T1040.php

Dinâmica da ocupação florestal do território – Economia e regulação
  10 Jun

A Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) organiza no próximo dia 11 de Junho, em Santarém, o seminário "Dinâmica da ocupação florestal do território – Economia e regulação". Este seminário enquadra-se no conjunto de eventos que decorre em paralelo à 52.ª Feira Nacional de Agricultura / 62ª Feira do Ribatejo, que decorrerá de 6 a 14 de Junho, no recinto do CNEMA – Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas (Quinta das Cegonhas), e que este ano tem como tema a Floresta Portuguesa.

Projecto de aproximação das crianças à agricultura em Viseu

Vai arrancar, em Viseu, um projecto educativo “Academia Dão Petiz”, que resulta de uma parceria entre as Escolas Superiores e Agrária de Viseu. Este projecto visa aproximar as crianças dos 6 aos 12 anos à agricultura, levando-as a experimentar o trabalho do agricultor em várias culturas e nos seus diferentes ciclos de produção. O arranque está marcado para o próximo dia 25, com a cultura da vinha e será dedicado aos rebentos e início da floração. Em Julho, as crianças irão ver o cacho já formado. O programa segue em Setembro, com a vindima, em Dezembro, com o processo de verificação, para terminar em Fevereiro, com a poda. Este ano será esta cultura a ser explorada, mas está previsto o contacto com outros ciclos produtivos, como o do pão, o do queijo e do linho, que são produtos característicos da região. Estas actividades vão ser desenvolvidas em várias explorações agrícolas da zona e, além da aprendizagem e investigação, as crianças podem também realizar algumas tarefas dos agricultores, para terem uma noção clara de como são produzidos os alimentos que comem. Existe uma grande expectativa à volta deste projecto inovador, que até pode vir a fixar mais jovens ao campo. Fonte: http://www.agroinfo.pt/projecto-de-aproximacao-das-criancas-a-agricultura-em-viseu/

Comité das Regiões quer criar plataforma Europeia para o futuro da produção biológica

Comissão de Recursos Naturais do Comité Europeu das Regiões, presidida pelo português José Luís Carneiro, Presidente da Câmara de Baião, quer criar uma plataforma europeia para avançar com um plano de acção para o futuro da produção bio. Segundo José Luís Carneiro, as experiências da introdução de produtos bio na restauração colectiva demonstraram ter efeitos positivos para lá da alimentação e permitem aos territórios fazerem economias. É considerada indispensável a participação dos órgãos do poder local na persecução destes objectivos. Esta plataforma poderá permitir a partilha de experiências já realizadas neste domínio, pois a divulgação do conhecimento é uma pedra fundamental desta estratégia. A criação desta plataforma pode basear-se na plataforma da União Europeia para a alimentação, actividade física e saúde, que foi lançada em 2005. O Comité das Regiões é um órgão comunitário consultivo, que foi criado em 1992 e tem 352 membros representantes locais e regionais dos 28 estados membros. Em muitas decisões, a Comissão é obrigada a consultar este Comité antes de finalizar as propostas. Se esta medida resultar, vamos ter um forte incremento da produção bio, pois a procura deste tipo de produtos vai seguramente aumentar. Fonte: http://www.agroinfo.pt/comite-das-regioes-quer-criar-plataforma-europeia-para-o-futuro-da-producao-biologica/

Miranda do Douro: Centro de Agrupamento de Gado

A Câmara Municipal de Miranda do Douro vai criar um Centro de Agrupamento de Gado, que irá funcionar como um entreposto no mercado do gado de Mirandela. Neste centro passará a funcionar um mercado mensal, que irá permitir a transacção de animais a nível nacional e, também, intracomunitário. O licenciamento deste centro vai permitir aos produtores que pretendam vender, por exemplo, os seus animais para Espanha, que o façam directamente, sem ter que passar pelos habituais intermediários. O centro funcionará sob a supervisão de um veterinário credenciado pela DGAV, que poderá emitir os respectivos documentos de circulação dos animais. O centro está licenciado para 100 cabeças de bovino e 45 cabeças de ovino e o propósito da autarquia é de dinamizar a produção de gado na região, dando melhores condições de comercialização aos produtores, de modo a que possam aumentar o seu rendimento. A primeira edição deste mercado está agendada para o próximo dia 8 de Abril e passará a ser mensal, realizando-se todas as primeiras quartas-feiras do mês. Fonte: http://www.agroinfo.pt/camara-de-miranda-do-douro-cria-centro-de-agrupamento-de-gado/

Fundão vai ter um Centro de Biotecnologia de Plantas

A Câmara do Fundão vai avançar com a construção de um Centro de Biotecnologia de Plantas da Beira Interior. O concurso público para a obra, que custará dois milhões e meio de euros, foi lançado na última semana e prevê a construção de uma área de incubação de empresas, e de acordo com o município, deverá contribuir para a criação de cerca de 200 postos de trabalho. Além da área de incubação empresarial, o Centro de Biotecnologias de Plantas da Beira Interior integra ainda um Centro de Investigação e Desenvolvimento, cuja criação já está a ser levada a cabo no âmbito de uma parceria entre o município fundanense, o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) e a Universidade da Beira Interior. A área laboratorial fica instalada na Escola Agrária do IPCB e a área experimental será desenvolvida no Parque Agroalimentar Gardunha Sul, na freguesia da Soalheira, concelho do Fundão, local em que também ficará instalada a componente de incubação de empresas. Com financiamento europeu aprovado a 85%, o centro contará com 30 hectares de terreno e ficará preparado para a produção de vários milhares de plantas por ano, designadamente florestais, frutícolas, bem como aromáticas e medicinais. Paulo Fernandes, presidente da Câmara do Fundão, considera esta «uma aposta estratégica, porque permitirá atrair empresas e investidores», além de «acrescentar valor à fileira frutícola» da região. Segundo adiantou, a autarquia também está já a desenvolver contatos «a nível do mercado nacional e internacional» no sentido de cativar empresas que ali queiram fixar a respetiva atividade e investigação. Fonte: Agronegocios