Publicações · Destaque

Promover a inovação nos sectores agrícola, alimentar e florestal em Moçambique: A importância de uma rede de partilha de conhecimento e tecnologia

A elaboração do presente documento teve como objetivo a realização de um levantamento e caracterização inicial da situação atual da agricultura e desenvolvimento rural em Moçambique. Este levantamento foi realizado de um ponto de vista científico e tecnológico, abrangendo tanto o sector público como o sector privado. Esta caracterização é essencial para o desenvolvimento de propostas de diretrizes para a promoção da inovação nos sectores agrícola, alimentar, florestal e ambiental, nomeadamente no que se refere à criação de uma rede nacional de partilha de conhecimento e tecnologia em Moçambique. O processo de levantamento e caracterização dos sectores agrícola, alimentar e florestal foi realizado através de: - Contacto com universidades e instituições relevantes quer para os sectores agrícola, alimentar e florestal quer para a inovação; - Recurso a artigos científicos, documentos oficiais e informações disponíveis online. Em alguns casos não foi possível confirmar as informações obtidas através das páginas Web oficiais das instituições, pelo que algumas delas podem encontrar-se desatualizadas. Pode fazer o download do documento em anexo ou consultar o ebook em: https://issuu.com/inovisa/docs/skan_cplp_mz

Agri Innovation Summit 2017
  11 Out

O AIS 2017 pretende dar um espaço de debate sobre inovação e digitização nas áreas agrícola e rural, agora e depois de 2020. Esta é a primeira edição e decorrerá em Lisboa, juntando cerca de 500 atores do setor. Esta é uma iniciativa dum consórcio Português (do qual a INOVISA faz parte), do Governo Português, da rede PEI-AGRI e da European Network for Rural Development. O número de lugares disponíveis é limitado. Em caso de interesse, tem até 12 de maio para preencher o formulário online. Mais informações em: http://www.aislisbon2017.com/

1º Congresso Luso-Brasileiro de Horticultura
  01 Nov

http://clbhort2017.com/ I Congresso Luso-Brasileiro de Horticultura (CLBHort 2017), que decorrerá em Lisboa, de 1 a 4 de Novembro de 2017, é uma organização da Associação Portuguesa de Horticultura (APH) em parceria com a Associação Brasileira de Horticultura e outras instituições relevantes  Portuguesas e Brasileiras. O CLBHort 2017 tem apoio de empresas públicas e privadas ligadas a ambos países. O CLBHort 2017 tem como tema a “Inovação ao Serviço dos Negócios” e será um fórum aberto a investigadores, técnicos e empresários dos diferentes ramos da Horticultura (entendida em sentido lato), a trabalhar em todos os outros países de língua oficial portuguesa (CPLP). O Congresso aposta na ligação entre a pesquisa e a inovação, que é o motor do desenvolvimento na Nova Horticultura, criadora de valor, baseada no conhecimento e na sustentabilidade, em que a competitividade depende cada vez mais da capacidade de inovação. Para isso contamos com o envolvimento de investigadores e parceiros empresariais envolvidos na organização deste evento, com o objetivo de criar uma plataforma de translação do conhecimento voltada para os seus utilizadores e para a fileira em geral. Espera-se que o CLBHort 2017 seja o início de um ciclo de encontros dedicados à cooperação técnico-científica entre empresários e cientistas de língua portuguesa, utilizando as novas tecnologias de informação, com o objetivo de melhorar o desempenho da indústria hortícola dos nossos países e aumentar a sua competitividade a nível internacional.

Agricultura de conservação na África Subsaariana

O Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (IFAD) publicou, em dezembro de 2016, um kit de três partes que explora os desafios da promoção e adoção da agricultura de conservação em África, destaca casos de sucessos e analisa os fatores subjacentes à sua adoção. Pode consultar o kit de documentos aqui: http://paepard.blogspot.pt/2017/01/conservation-agriculture-in-sub-saharan.html

Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável

O Brasil vem obtendo sucesso em sua estratégia de promover o desenvolvimento humano, aliando inclusão social, promoção e garantia de direitos ao crescimento econômico. Para alcançar esse resultado, houve um alinhamento interinstitucional, com comprometimento em todos os níveis e esferas de governo, incluindo as empresas públicas. Como reflexo desse processo, o Brasil vem assumindo, cada vez mais, deveres perante a comunidade internacional, tornando-se mais ativo na Estratégia de Cooperação Sul-Sul (mecanismo de desenvolvimento conjunto entre países emergentes em resposta a desafios comuns), principalmente através da promoção de transferência de capacidades setoriais entre países em desenvolvimento. Um dos exemplos de êxito do Brasil diz respeito à superação da pobreza extrema e da fome. O País já atingiu – e superou – há mais de uma década o primeiro “Objetivo de Desenvolvimento do Milênio”: reduzir pela metade o número de pessoas vivendo em extrema pobreza. Do interesse do governo brasileiro em compartilhar experiências nesse tema, estabeleceu-se um programa de cooperação com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO, intitulado "Programa de Cooperação Internacional Brasil-FAO". Nesse contexto, foram estabelecidas parcerias entre empresas públicas, as três esferas de governo, instituições regionais e municipais para estimular a realização de atividades para a promoção do desenvolvimento sustentável. As ações são desenvolvidas por meio da implementação de programas e projetos de apoio à agricultura – familiar e orgânica, inclusive –, conservação ambiental, inovação tecnológica, energias renováveis, geração de trabalho e renda e fortalecimento de políticas públicas. O objetivo é proporcionar troca de experiências, sobretudo com nações latino-americanas e africanas, a partir do diálogo em prol do Desenvolvimento Sustentável. A Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável é resultado do Acordo assinado entre a FAO, a ITAIPU Binacional e o Governo do Estado do Paraná, com a proposta de disseminar e compartilhar um conjunto de iniciativas replicáveis de boas práticas (programas, projetos, ações individuais) desenvolvidas inicialmente na Região Oeste do Estado do Paraná/Brasil e nos três Estados da região Sul do Brasil. Convidamos todos a visitar a Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável (www.boaspraticas.org.br), para conhecimento das Boas Práticas Sustentáveis que vem sendo desenvolvidas na Região Sul do Brasil, onde pode também ser realizado o agendamento de visitas e maiores informações sobre as práticas apresentadas. Fonte: Plataforma de Boas Práticas para o Desenvolvimento Sustentável (www.boaspraticas.org.br)

Jovem agricultor mais inovador da Europa é português

http://boasnoticias.pt/noticias_Jovem-agricultor-mais-inovador-da-Europa-%C3%A9-portugu%C3%AAs_24715.html

SER EMPREENDEDOR NA FRUTICULTURA: Desafios e oportunidades em Portugal

Com uma elevada probabilidade de acertar, posso afirmar que nos próximos anos vão ser criadas muitas oportunidades no setor da fruticultura em Portugal. De facto, as oportunidades tendem a aparecer quando o contexto que nos rodeia muda, criando problemas, que por sua vez vão dar origem a oportunidades. Aliás, é costume dizer-se que quanto maior forem os problemas, maior serão as oportunidades! Como não vão faltar problemas nos próximos anos, também não vão faltar oportunidades. Mas em concreto o que vai mudar, afetando o setor da fruta? Em primeiro lugar, a demografia. Além do aumento da população mundial, acompanhado por uma urbanização crescente e pelo aumento do nível médio de vida, há alterações que vão afetar de forma particular o setor da fruta, como o envelhecimento da população na Europa. Note-se que a maior parte destas alterações demográficas (umas mais regionais que outras) podem ser estimadas com alguma fiabilidade, por isso vale a pena analisar como podem ser geradas oportunidades a partir daqui. Leia todo o artigo em: http://centrofrutologiacompal.pt/2016/03/14/ser-empreendedor-na-fruticultura-desafios-e-oportunidades-em-portugal/

Ministério nomeia representante nacional para Grupo Estratégico Europeu SCAR - AKIS

LUÍS MIRA DA SILVA, Professor do Instituto Superior de Agronomia / Universidade de Lisboa e Presidente da INOVISA, foi recentemente nomeado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior como Representante Nacional no subgrupo estratégico Agricultural Knowledge and Innovation Systems (AKIS) do Standing Committee on Agricultural Research (SCAR) da Comissão Europeia. Com 37 países envolvidos, o SCAR é composto por representantes de Ministérios, ou de outras estruturas como Conselhos de Investigação, de todos os Estados-Membros da União Europeia, assim como de países candidatos e associados. Este Comité tem como objetivo orientar os programas europeus de apoio à investigação e à inovação no sector agrícola europeu, assumindo também um papel orientador a nível nacional. A estrutura operacional do SCAR baseia-se em grupos temáticos, sendo o SCAR-AKIS um subgrupo estratégico, de atuação permanente, com enfoque em recomendações para políticas de apoio ao conhecimento e à inovação dos sistemas agrícolas. Mais informação em: http://ec.europa.eu/research/scar/index.cfm #SCARAKIS

Guia Prático do Empreendedor Agrícola - Disponível para consulta

Já está disponível para consulta! Desenvolvido pela MBIA, o Guia Prático do Empreendedor Agrícola é o produto de um trabalho conjunto com a Inovisa e pode ser visto em www.mbia.pt/guia-pratico-do-empreendedor-agricola/

Serviços Rede INOVAR para Grupos Operacionais

Está a preparar um Grupo Operacional e ainda não pensou na componente de Demonstração e Divulgação? Gostaria de reforçar a comunicação digital e a presença nas redes sociais? Quer estar presente nos principais eventos nacionais e internacionais do sector para promover a inovação do seu Grupo Operacional? Saiba tudo no catálogo de serviços de demonstração, disseminação e valorização de conhecimento da Rede INOVAR. A Rede INOVAR vai prestar apoio a projetos de I&D&I, nomeadamente a Grupos Operacionais, na área da divulgação e disseminação de conhecimento. Estes serviços serão desempenhados pela INOVISA em colaboração com outras entidades da rede. A medida de apoio aos Grupos Operacionais deverá abrir nos próximos dias e prevê-se que a submissão de candidaturas termine já em outubro de 2016. Os serviços da Rede INOVAR garantem planos de demonstração, divulgação e valorização do conhecimento de acordo com o solicitado no regulamento, contemplando alguns pontos que são por vezes negligenciados nas candidaturas. A INOVISA, enquanto coordenadora da Rede INOVAR, encontra-se disponível para reunir com potenciais promotores dos Grupos Operacionais. Contacto: info@redeinovar.pt / geral@inovisa.pt / 213 632 495 #GRUPOSOPERACIONAIS

Projeto ASTI (Indicadores de Ciencia e Tecnologia Agricola)

O protejo ASTI ( Indicadores de Ciência e Tecnologia Agrícola) é um protejo financiado pela Fundação Bil e Melinda Gates. Trabalha com alianças colaborativas com varias agências regionais e nacionais de investigação e desenvolvimento e também instituições internacionais. Este projeto é uma fonte de informação sobre os sistemas de investigação e desenvolvimento agrícolas nos países em desenvolvimento. As atividades desenvolvidas no âmbito do projeto, sao essencialmente fazer o levantamento, via inquérito, dos indicadores de investigação e desenvolvimento agrícola, nomeadamente, recursos humanos, financeiros e materiais. INVESTIGADOR RESPONSÁVEL: António Fortes - http://cv.skanplatform.org/users/557

Catálogo SKAN Projetos e Tecnologias – Agricultura, Agroindústria, Indústria Alimentar, Floresta e Recursos Naturais – Portugal

A realização do presente catálogo, a cargo da equipa operacional da Plataforma SKAN, teve como objetivo reunir e sistematizar informação sobre projetos e tecnologias que contaram com a participação de entidades portuguesas do sistema científico e tecnológico e promover a sua disseminação pelo tecido empresarial nacional, ao nível do sector agrícola, alimentar e florestal, no sentido de melhorar a competitividade internacional das empresas nacionais. O processo de levantamento e seleção dos projetos e tecnologias foi realizado com base nos seguintes critérios: Participação de pelo menos uma entidade portuguesa do sistema científico e tecnológico na equipa do projeto ou da tecnologia; Grau de inovação; Potencial de aplicação comercial, com especial enfoque nas áreas geográficas de atuação da Plataforma SKAN, principalmente África e América Latina. Apesar do levantamento e seleção dos projetos e tecnologias não ter sido realizado de forma exaustiva, é objetivo da Plataforma SKAN atualizar e alargar a informação contida neste catálogo a outras áreas sempre que oportuno e, dessa forma, continuar a promover a partilha de conhecimento e tecnologia com vista ao desenvolvimento do sector agrícola, alimentar e florestal a nível internacional. keywords: catálogos skan; catálogos SKAN I+DT e de projetos e tecnologias; catálogos; catalogos skan; catalogo skan

Catálogo SKAN I+DT - Agricultura; Agroindústria; Indústria Alimentar; Floresta e Recursos Naturais

A realização deste catálogo esteve a cargo da equipa operacional da Plataforma SKAN e teve como objetivo reunir, sistematizar e disseminar informação sobre competências e serviços de investigação e desenvolvimento tecnológico (I&DT) dos grupos pertencentes a Entidades do Sistema Científico e Tecnológico (ESCTs) de Portugal com atuação no sector agrícola, alimentar e florestal. Esta informação é de extrema relevância para dar a conhecer não só ao tecido empresarial, mas também ao meio científico nacional e internacional, o que de melhor se desenvolve em termos de I&DT em Portugal, contribuindo para o fortalecimento da ligação entre investigadores e empresas e o desenvolvimento de novas parcerias, projetos e iniciativas em consórcio. É objetivo da Plataforma SKAN atualizar e alargar a informação contida neste catálogo a outros grupos de investigação sempre que oportuno e, dessa forma, continuar a promover a partilha de conhecimento e tecnologia com vista ao desenvolvimento do sector agrícola, alimentar e florestal a nível internacional. keywords: catálogos skan; catálogos SKAN I+DT e de projetos e tecnologias; catálogos; catalogos skan; catalogo skan

FRUTEIRAS NATIVAS EM MOÇAMBIQUE: UMA ALTERNATIVA PARA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

FRUTEIRAS NATIVAS EM MOÇAMBIQUE: UMA ALTERNATIVA PARA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL Em Moçambique, o consumo de frutas nativas é uma estratégia importante para as comunidades rurais durante períodos sazonais de fome crítica, tendo em conta que as fruteiras nativas têm uma boa adaptabilidade em zonas áridas e não requerem uso massivo de fertilizantes, este facto, minimiza os custos de produção. A inclusão de frutos nativos na dieta alimentar tem a vantagem adicional de fornecer nutrientes e antioxidantes às populações, minimizando os problemas de desnutrição e “fome oculta”. Por isso, as fruteiras nativas, jogam em Moçambique um importante papel na nutrição e medicina tradicional para as populações rurais e representam um potencial elevado de exploração económica, na promoção de oportunidades de emprego e na melhoria da renda familiar das populações e da economia nacional, assumindo um papel com relevância sectorial e social para o desenvolvimento. A promoção do consumo de frutos nativos destaca-se como uma estratégia atraente para combater a insegurança alimentar e nutricional, permitindo ás famílias ter responsabilidade sobre sua dieta de uma forma sustentável e culturalmente apropriada. A flora Moçambicana é muito rica em fruteiras nativas e embora muitas delas apresentem amplas perspectivas de aproveitamento económico, tanto a nível local como nacional, poucas têm sido estudadas, sendo a transferência do conhecimento técnico-científico actual e de oportunidades de negócio em novas cadeias de valor bastante incipiente, e negligenciado grande parte do conhecimento indígeno. O primeiro Workshop Nacional de Fruteiras Nativas em Moçambique realizado sob o lema “Valorizando o que é Nosso através da Ciência e de Tecnologias”, reunindo todos os interessados em conhecimento sobre fruteiras nativas e nas suas cadeias de valor, incluindo governantes, académicos, investigadores e estudantes, ONGs e outros actores da sociedade civíl, fruticultores e associações de produtores e interessados do sector privado, contribuiu para alavancar o debate e investigação nesta área em Moçambique. Este encontro promoveu a criação de redes de conhecimento e negócio, as temáticas inseriram-se no “Plano de Investimento: subprograma Fruticultura” e contribuem para as áreas prioritárias de investigação: “ Produção agrícola – fruticultura” e “ Utilização de recursos etnobotânicos – plantas com valor nutricional”; alinhando com um dos programas principais do PEDSA: “ Fomento de culturas orientadas para o mercado”. Dentro deste contexto, foram apresentados neste Workshop trabalhos publicados no âmbito de fruteiras nativas em Moçambique, servindo de amostra nesta presente publicação, do resumo da tese com o tema “Determinação de Rendimentos Médios Anuais, Tamanho Médio do Fruto e Características da Produção de Vangueria infausta (Maphilua)”. Resumo A Vangueria infausta (Maphilua) é uma das espécies nativas de Moçambique com grande valor alimentar, medicinal e socio-económico, mas pouco se sabe sobre o seu nível de produção em Moçambique, nomeadamente sobre os factores que influenciam o seu nível de produção e se apresenta ou não alternância de produção (quando um ano de alta produção de frutos é intercalada com anos de baixa ou nenhuma produção, ou vice-versa). O presente estudo foi realizado em 2012, com o objectivo de determinar rendimento médio da Vangueria infausta nos anos 2004, 2005 e 2006, o tamanho médio do fruto, a relação entre o tamanho do fruto e a produção e de verificar se existia alternância de produção nesta fruteira nativa. Os dados de produção foram colhidos pelo CIF (Centro de Investigação Florestal, actual CEF, do IIAM) no seu campo experimental, no Distrito de Marracuene, Província de Maputo, num ensaio estabelecido com o objectivo de testar o espaçamento da Vangueria infausta vulgarmente conhecida como Maphilua. As mudas utilizadas para o estabelecimento deste ensaio foram produzidas por sementes e o ensaio foi estabelecido em 1998 (as sementes foram colhidas em Marracuene em 1996).O ensaio tinha um total de 81 árvores, que foi considerado como uma população na qual foi definida uma amostra de 45 árvores seleccionadas de forma aleatória para determinar os rendimentos e características da produção. As primeiras árvores começaram a produzir em 2004, portanto em 2004, 2005 e 2006, observou-se para cada árvore, os frutos que tinham atingido a maturação, e procedeu-se à sua colheita para em seguida se fazer a contagem dos mesmos, sua pesagem numa balança de precisão e posterior extracção e contagem do número de sementes por fruto. Os dados obtidos foram usados para determinar os rendimentos médios (número e peso dos frutos produzidos por árvore) e para gerar um gráfico através do programa Microsoft Excel 2010, que permitiu também observar a variação na produção e verificar se existia ou não alternância de produção. Para a determinação do tamanho médio dos frutos foram colhidos dados dos anos 2005 e 2006, seleccionando-se ao acaso 10 frutos maduros por árvore, em 20 das 45 árvores da amostra, que foram pesados e de seguida mediu-se a altura e diâmetro de cada um e o diâmetro usando o paquímetro. Testou-se a existência da relação, em termos estatísticos, entre o tamanho médio de 10 frutos e o peso médio de 10 frutos, através da regressão e correlação no STATA 10. Com base nos resultados obtidos verificou-se que, algumas das árvores da amostra apenas iniciaram a produção em 2006 e outras ainda não tinham iniciado a produção em 2006, o que indica que existe uma grande variação no período de juvenilidade desta fruteira, os rendimentos foram crescentes (205,1; 404,3 e 555,1, g/árvore, respectivamente em 2004, 2005 e 2006), registando um aumento de 97% de 2004 para 2005 e de 37% de 2005 para 2006. Algumas árvores (47%) claramente mostraram um padrão de alternância de produção, enquanto que apenas 13% das árvores mostraram uma produção crescente entre 2004 e 2006, enquanto que as restantes apenas produziram uma vez (18%), ou não produziram (13%), ou mostraram um decréscimo da produção (9%).O comprimento e altura médias dos frutos registaram um aumento em 5.5 e 3.56 % respectivamente, de 2004 para 2005 e verificou-se que o peso médio de 10 frutos foi apenas influenciado pelo comprimento e não pelo diâmetro. Autor do Resumo: Declério Moisés Sebastião Mucachua* - É Licenciado em Engenharia Agronómica pela Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal da Universidade Eduardo Mondlane com o tema da tese “Determinação de Rendimentos Médios Anuais, Tamanho Médio do Fruto e Características da Produção de Vangueria infausta (Maphilua)”. Fez parte como Investigador de campo dos Projectos: WWF (World Wide Fund For Nature) em colaboração com Serviços Florestais dos Estados Unidos da América “Financiamento Sustentável do Sistema de Áreas Protegidas em Moçambique”, financiado pelo PNUD, e da Praga do Coqueiro “Oryctes monoceros (Escaravelho rinoceronte)” da Faculdade de Agronomia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), financiado pelo Millennium Challenge Account. Participou de cursos como: Better Cotton Initiative (Iniciativa de Melhor Algodão) leccionado pela Sociedade Algodoeira do Niassa e Produção e comercialização de hortícolas leccionado pela Associação de Fruticultores do Sul de Moçambique (FRUTISUL). Actualmente, faz parte do grupo técnico que esta organizar a Conferência Nacional da Juventude e Agricultura, sob tutela do Ministério da Juventude e Desportos. *e-mail: Dmucachua@gmail.com

Agenda 2030 on sustainable development: How shall agricultural research and higher education respond?
  21 Abr

As in the past AGRINATURA has taken this opportunity and organizes an international workshop to bring together people, institutions, policies and initiatives influencing the future of agriculture in developing countries. The theme of the workshop is “Agenda 2030 on sustainable development: How shall agricultural research and higher education respond?” The workshop will take place on April 21 morning (9 a.m. – 1 p.m.) and registrations are open until April 19th (free, but mandatory). Consult the program in attach. Register here: http://goo.gl/forms/QM4CAQBs7B For more information contact us: +351 912 308 818 (Teresa Vaz - INOVISA) Organization: Agrinatura, ISA-ULisboa e INOVISA #Agenda2030Agri #WorkshopAgrinatura

Manual Técnico de Produção de Trigo de Qualidade em Regadio

https://itunes.apple.com/pt/book/manual-boas-praticas-em-ambiente/id1001647616?l=en&mt=11

Prémios: IChemE Award

Projecto de Investigação da ESB selecionado para os Prémios: IChemE Award

Novo produto de chocolate com azeitona confeitada

Recentemente a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Beja colaborou com a empresa local Mestre Cacau na elaboração de um produto completamente novo na área da confeitaria: trata-se de azeitonas confeitadas com recheio de gengibre e cobertura de chocolate negro. Este trabalho surgiu em resultado das teses de licenciatura das alunas Inês Silva e Joana Amado, onde foi feita a caracterização físico-química, sensorial e reológica. Este produto já está a ser comercializado e pode ser encontrar um diversas lojas gourmet nas regiões de Lisboa, Braga, Porto.

Video de apresentação da Plataforma SKAN

A plataforma SKAN é uma iniciativa que pretende promover a partilha de conhecimento e tecnologia entre a Europa, África e América Latina nos sectores agrícola, alimentar e florestal.

Comunidades Virtuais de Prática sobre Segurança Alimentar e Nutricional

A Oikos convida todas/os membros da Rede Inovar a participar activamente nas seis Comunidades Virtuais de Prática (CoP), orientadas para a influência de políticas públicas que contribuam para a criação de uma Estratégia Integrada de Segurança Alimentar e Nutricional, em Portugal (http://www.alimentarsinergias.org) Para poder participar numa ou mais das nossas CoP, em primeiro lugar tem de se registar na plataforma através deste Link: https://airesis.it/groups?l=pt-PT Esta plataforma é uma rede social aberta, especializada na promoção da democracia participativa (e-democracia), criada por programadores italianos, e adaptada pelo projecto Integrar para Alimentar (Oikos, Direção Geral da Saúde e Instituto Superior de Agronomia) para a realização das CoP. Depois de estar registado(a), poderá participar nas CoP que pretender de uma das seguintes formas: - Clicar nos links das CoP que se encontram abaixoe registar-se: · Acesso à Alimentação (https://airesis.it/groups/acesso-a-alimentacao?l=pt-PT) · Sistemas Alimentares Locais e Circuitos Curtos (https://airesis.it/groups/sistemas-alimentares-locais-e-circuitos-curtos?l=pt-PT) · Desperdício Alimentar (https://airesis.it/groups/desperdicio-alimentar?l=pt-PT) · Nutrição e Saúde ao Longo do Ciclo de Vida (https://airesis.it/groups/nutricao-e-saude-ao-longo-do-ciclo-de-vida?l=pt-PT) · Qualidade, Normalização e Certificação dos Alimentos (https://airesis.it/groups/qualidade-normalizacao-e-certificacao-dos-alimentos?l=pt-PT) · Sustentabilidade dos Padrões de Produção e Consumo (https://airesis.it/groups/sustentabilidade-dos-padroes-de-producao-e-consumo?l=pt-PT) Depois de estar na Comunidade de Prática pretendida, só tem de pedir para fazer parte do grupo (ver imagem) e esperar que seja aceite (no máximo poderá demorar 24h). Após ser aceite no grupo poderá participar de várias formas: através de criação de propostas; fazer comentários às propostas existentes; participar no Fórum onde serão discutidos assuntos relacionados com o tema da CoP em questão. Para saber mais sobre a participação nas CoP, poderá aceder ao Tutorial que se encontra disponível na página principal de cada CoP. Ficamos a aguardar a vossa participação. João José Fernandes Director Executivo Oikos - Cooperação e Desenvolvimento